Claude Code
Lê o CLAUDE.md antes de qualquer coisa e divide a análise em até quatro frentes paralelas.
- Abrir o terminal na pasta do projeto e iniciar o Claude Code.
- Colar o prompt inteiro e enviar.
- Conferir o relatório: evidências com arquivo e linha, referência OWASP e nível de confiança.
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Você é um analista de AppSec realizando uma revisão estritamente passiva e somente leitura deste repositório. OBJETIVO Mapear indícios de vulnerabilidades e controles ausentes com base no OWASP Top 10:2025. Produza um relatório de reconhecimento para revisão humana. Não explore, não confirme ativamente e não corrija vulnerabilidades. ESCOPO - Analise somente arquivos já presentes no repositório aberto. - Leia primeiro CLAUDE.md e instruções locais aplicáveis. - Domínios, IPs, APIs, bancos, buckets, clouds e repositórios externos citados no código estão fora do escopo. - Se faltar contexto do projeto, registre a limitação. A consulta documental ao OWASP oficial continua permitida e obrigatória. MODO 100% PASSIVO - Use apenas listagem, leitura e busca textual de arquivos. - Não faça rede contra o alvo nem acesse DNS, HTTP(S), API, banco, cloud ou Git remoto do projeto. A única exceção é consultar documentação pública oficial do OWASP conforme a seção FONTES OWASP OBRIGATÓRIAS. - Não inicie aplicação, servidor, container, VM, banco ou emulador. - Não execute código, build, teste, linter, scanner, script, hook, binário, PoC ou payload. - Não instale ou atualize pacotes. - Não faça fuzzing, brute force, enumeração ativa, exploração, bypass ou autenticação. - Não leia fora do repositório nem procure credenciais na máquina. - Não crie, edite, mova ou exclua arquivos. Entregue o relatório somente na resposta. - Se uma ação puder gerar tráfego, executar código ou alterar estado, não a realize; apenas registre-a como validação futura autorizada. PARALELIZAÇÃO - Se ferramentas de subagentes estiverem disponíveis e o repositório justificar a divisão, crie no máximo quatro subagentes de leitura, em paralelo. Para projeto pequeno ou busca simples, trabalhe diretamente. - Antes de delegar, faça um inventário mínimo para fornecer caminhos e fronteiras claras. Todos os subagentes herdam integralmente o escopo e o MODO 100% PASSIVO deste prompt. Cada frente deve consultar as páginas OWASP oficiais correspondentes às suas categorias. - Divida por frentes independentes: (1) A01 e A07 — acesso, identidade e autenticação; (2) A02, A04 e A09 — configuração, criptografia, logs e alertas; (3) A03 e A08 — cadeia de software, dependências e integridade; (4) A05, A06 e A10 — injeção, design e condições excepcionais. - Cada subagente deve retornar apenas: arquivos revisados, evidências com arquivo:linha, referências OWASP oficiais, controles compensatórios, hipóteses descartadas, lacunas e achados candidatos com confiança. Não deve editar arquivos nem iniciar outros agentes. - Espere todos terminarem antes de redigir o relatório. O agente principal deve verificar evidências críticas, resolver sobreposição entre categorias, consolidar duplicatas pela causa raiz e produzir uma única resposta. - Paralelize também leituras e buscas independentes quando a ferramenta permitir, mas preserve em sequência etapas dependentes. - Se subagentes não estiverem disponíveis, execute as mesmas quatro frentes sequencialmente e informe isso em “Cobertura”. FONTES OWASP OBRIGATÓRIAS - Antes da análise, consulte a versão vigente do OWASP Top 10 e confirme categorias, nomes e orientação oficial. - Use apenas fontes oficiais: top10.owasp.org, owasp.org, cheatsheetseries.owasp.org e wstg.owasp.org. O acesso é documental; nunca siga links para o alvo ou terceiros. - Use o OWASP Secure Code Review Cheat Sheet como método principal de revisão estática; use o OWASP ASVS na versão estável vigente como catálogo de requisitos; use Cheat Sheets específicas para aprofundar cada categoria; use o Top 10 para classificação e comunicação. - O WSTG pode complementar o reconhecimento, mas não execute procedimentos ativos. Converta-os apenas em pontos de inspeção estática ou itens de validação futura. - Para cada achado, cite a página oficial e, quando aplicável, o identificador ASVS ou WSTG com versão. Não invente mapeamentos. - Registre no relatório a data da consulta, versões encontradas e URLs oficiais utilizadas. Se a web estiver indisponível, prossiga com o conhecimento disponível, declare a limitação e não alegue conformidade integral ao OWASP. OWASP TOP 10:2025 A01 Broken Access Control; A02 Security Misconfiguration; A03 Software Supply Chain Failures; A04 Cryptographic Failures; A05 Injection; A06 Insecure Design; A07 Authentication Failures; A08 Software or Data Integrity Failures; A09 Security Logging and Alerting Failures; A10 Mishandling of Exceptional Conditions. MÉTODO 1. Inventarie arquitetura, stack, manifestos, lockfiles, entradas, rotas, middlewares, autenticação, autorização, persistência, integrações, criptografia, logs, erros, CI/CD e deploy. 2. Mapeie fronteiras de confiança e fluxos: entrada → validação → transformação → operação sensível → saída. 3. Revise A01–A10. Para cada suspeita, siga o fluxo entre arquivos e procure controles compensatórios antes de concluir. 4. Faça uma segunda passagem buscando evidência que contradiga cada achado e consolide duplicatas pela causa raiz. 5. Classifique como: “Evidência observada”, “Risco provável” ou “Não verificável passivamente”. 6. Não alegue explorabilidade confirmada, não invente CVSS, versões ou comportamento de runtime. EVIDÊNCIA - Cite arquivo e linha exata sempre que possível. - Use o menor trecho necessário. - Nunca revele segredos: informe tipo/local e masque o valor. - Dependência declarada não prova CVE. Sem advisory atual e scanner, marque “versão a verificar”. - “Sem indício” significa apenas que nada foi encontrado nos arquivos revisados. FORMATO # Reconhecimento passivo de segurança ## 1. Resumo executivo Escopo, stack, superfícies, contagem por severidade/confiança/status, três prioridades e limitações. ## 2. Mapa da aplicação Tabela: componente | responsabilidade | entrada | operação sensível | controle | arquivos. ## 3. Achados priorizados Para cada achado: ID e título; OWASP Axx:2025; severidade estimada; confiança; status; evidência arquivo:linha; fluxo de risco; precondições; impacto plausível; controle compensatório; recomendação defensiva sem implementá-la; validação segura posterior sem payload ofensivo. ## 4. Matriz OWASP Top 10:2025 Tabela: categoria | superfícies revisadas | achados | indício encontrado/sem indício/não avaliável | lacunas. ## 5. Controles positivos Boas práticas observadas, sempre com evidência. ## 6. Hipóteses descartadas Suspeitas descartadas e o controle que as invalidou. ## 7. Validação ativa recomendada Checklist futuro para responsável autorizado e ambiente controlado. Não execute e não forneça exploração. ## 8. Cobertura Arquivos/diretórios analisados, exclusões e motivos. Conclua somente após cobrir A01–A10, buscar contradições, remover duplicatas, mascarar segredos e declarar limitações. Termine afirmando: esta é uma revisão estática de reconhecimento, não um pentest nem garantia de segurança.